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Saae pede colaboração dos munícipes para a substituição de hidrômetros

O programa de substituição dos hidrômetros da cidade, iniciado há dois anos pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba, está executando uma média de 600 instrumentos renovados por mês. A agilidade do serviço, porém, tem sido comprometida por algumas dificuldades encontradas, sendo a principal delas a falta de colaboração de alguns munícipes, que se recusam a permitir que os funcionários da autarquia realizem o trabalho.

De acordo com o diretor-geral do Saae/Sorocaba, Ronald Pereira da Silva, as equipes têm encontrado alguma resistência por parte da população, provavelmente devido a alguns casos que recorrentemente são registrados, de pessoas se fazendo passar por funcionários da autarquia, exigindo pagamento por determinados serviços.

“Essa ação de substituição dos hidrômetros não tem custo algum para os munícipes, e atende recomendação do Inmetro, segundo a qual esses instrumentos precisam ser substituídos após cinco anos de uso, visto que a partir desse período podem ocorrer imprecisões na medição do volume de água que é consumido. Portanto, estamos pedindo a colaboração de todos, para que permitam o trabalho dos nossos funcionários, e em caso de dúvida, façam o contato com a autarquia, pelos telefones 0800 770 11 95 (ligação gratuita) e 3224.5800”, destaca Ronald.

Para esse trabalho de substituição de hidrômetros, os funcionários da autarquia comparecem devidamente uniformizados, com calças e blusas na cor azul-anil, estampando a logomarca do Saae, e portanto crachás de identificação. As equipes são conduzidas por veículos de cor branca, também com a logomarca de identificação do Saae.

 

Perda de receita e capacidade de investimento

Por ordem de prioridade, a autarquia está substituindo todos os hidrômetros que não estão em funcionamento e não medem o volume de água consumido, gerando contas mensais com valores correspondentes ao consumo mínimo, conforme prevê o regulamento do Saae. Nessa categoria estão sendo trocados todos os medidores que se encontram parados, quebrados, violados/fraudados ou com a cúpula embaçada ou amarelada, impedindo a leitura com precisão, cuja estimativa é de 30 mil instrumentos nessas condições.

“Essa quantidade de hidrômetros sem funcionamento gera uma perda de receita para a autarquia e consequentemente menor capacidade de investimento na manutenção, melhoria e ampliação do sistema de saneamento da cidade, motivo pelo qual a prioridade tem sido a substituição dos hidrômetros que não marcam o real consumo dos imóveis”, destaca o diretor-geral da autarquia.

Fonte: Secom

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