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Comissão de Saúde Pública visita Departamento Regional de Saúde em Sorocaba

A Comissão Permanente de Saúde Pública da Câmara Municipal de Sorocaba reuniu-se na tarde desta quarta-feira, 19, com a diretora do Departamento Regional de Saúde do Estado de São Paulo em Sorocaba (DRS XVI), doutora Silvia Abrahão, na sede da unidade. Estiveram presentes os componentes da comissão: o presidente Izídio de Brito (PT), o relator Pastor Apolo (PSB) e Fernando Dini (PMDB). Também participaram os vereadores Luis Santos (Pros) e Carlos Leite (PT).

Os parlamentares questionaram à diretora do departamento os motivos da falta de agilidade e consonância entre a Diretoria Regional e a Central de Regulação de Vagas do município, o que está ocasionando filas para agendamentos. Ela explicou que o papel da DRS é fazer mensalmente a distribuição das vagas, e que determinar a ocupação dessas vagas (quais pacientes serão atendidos) é função da Central de Regulação. A diretora ainda acrescentou que a DRS trabalha apenas com distribuição para consultas e exames.

Sobre a questão das filas, Silvia Abrahão atribui o problema, em parte, à maior demanda concentrada no município. Segundo ela, a DRS XVI é dividida em três Regiões de Saúde: Sorocaba, Itapetininga e Itapeva, sendo a população atendida pela unidade de Sorocaba a maior delas, fato que impõe dificuldades para disponibilização de vagas.

A diretora também falou da característica de Sorocaba como sede da região metropolitana. “O Conjunto Hospitalar, por exemplo, não poderia atender de portas abertas, deveria ser regulado, atendendo apenas pacientes encaminhados das unidades básicas, via regulação. Há municípios que encaminham pacientes diretamente, sem acionar a DRS”, explica. “Por outro lado, como sede regional, a cidade precisa também assumir um papel solidário”, contrapõe.

Questionada pelo vereador Izídio de Brito se a Secretaria de Saúde reteve recursos destinados a cirurgias de catarata – fato alegado pelo Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), a diretora nega. “Temos um convênio com o BOS, que foi atendido. O que acontece é que ainda existe demanda por esse procedimento e o hospital tem capacidade de atender mais do que o contratado, mas o estado não oferece recursos para isso. Estamos lutando para aumentar esse teto de recursos”.

Fonte: Câmara Municipal de Sorocaba

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