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Após visita, Dini aponta falta de estrutura e pede melhorias para funcionários do Samu

O vereador Fernando Dini (PMDB) esteve visitando a central do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Sorocaba e, após constatar a falta de estrutura apontada por denúncias, está solicitando melhores condições para que os funcionários possam desenvolver plenamente as suas funções.

Um dos principais problemas sentidos na visita foi a falta de ar condicionado na sala de regulação médica, onde fica a maioria dos funcionários. “O local onde estão trabalhando é insalubre. A temperatura chega até 38 graus nesses dias que tem feito mais calor. Queremos saber da administração municipal até quando eles serão submetidos a essas condições”, diz o vereador.

A mesma sala ainda apresenta dezenas de avarias que precisam ser reparadas. “Os móveis estão deteriorados, cadeiras sem encostos, geladeira quebrada, lâmpadas queimadas e até o rádio comunicador, que é fundamental para o bom atendimento à saúde da população, está com o funcionamento defeituoso. Alguma medida urgente precisa ser tomada. Aqui é a porta de entrada da saúde pública não só de Sorocaba como da região”, explica.

Os problemas também seguem para o banheiro. O vaso sanitário está rachado e sua válvula desregulada, o lavatório está solto, com risco de queda. Não há papel toalha, sabonete e a limpeza é precária. Quarenta e cinco mulheres dividem esse mesmo espaço, em turnos. “Alguns aparelhos de comunicação estão inoperantes. Há, ainda a baixa de quatro das 13 viaturas e que estão sem qualquer previsão de retorno. A central precisa ter o mínimo de condições para funcionar. Por isso estamos requerendo à prefeitura não só informações como medidas que não sejam paliativas”, cita Dini.

Atribuições gerais – O artigo 1º da Portaria nº 2.657/2004 estabelece as atribuições gerais e específicas das centrais de regulação médica de urgências para a operacionalização do Samu.

Uma sala de equipamentos (área isolada onde devem ficar servidores de rede, central telefônica, no break e estabilizador), banheiros contíguos ou próximos da sala de regulação, área de conforto e alimentação para a equipe, área administrativa com espaço para a coordenação e a equipe de apoio do serviço, refeitório e cozinha; banheiros com chuveiros; e alojamento para repouso das equipes.

“São normas para garantir um tempo de reposta de qualidade e racionalidade na utilização dos recursos móveis. A mesma portaria ainda pede que o Samu regional ou sediado em municípios de grande extensão territorial deve ser em bases operacionais descentralizadas, que funcionarão como postos avançados para as ambulâncias e suas respectivas equipes”, finaliza o vereador.

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