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Prefeitura reativa o Laboratório Municipal de Saúde Pública

Sorocaba voltou a contar com um Laboratório Municipal de Saúde Pública. A reativação da unidade completou um mês e representa uma importante medida para a cidade tendo em vista que a rede municipal de saúde voltou a monitorar doenças de notificação, podendo acompanhar e realizar análises estratégicas de prevenção e controle, se necessário. O laboratório havia sido desativado há cerca um ano e retorna com uma estrutura completamente nova, em 110 metros quadrados, no mesmo complexo onde estão instaladas as Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica, o que também representa importante avanço para os controles e as estratégias de saúde pública.

Até o final de março, o laboratório já realizou 5.148 exames e está ampliando atuação progressivamente. Atualmente realiza exames de sífilis, de tuberculose e dengue, por exemplo. E já estão sendo adquiridos kits para atender também testes de zika, chikungunya e o VDRL para sífilis.

“Aos poucos estamos resgatando a abrangência do laboratório. O mais importante é que estamos recuperando a autonomia para atuar com as doenças de notificação ou aquelas que são consideradas de análise estratégica”, explicou a enfermeira Solange Ismerin, da equipe gestora da Secretaria da Saúde, responsável pela área de Vigilância em Saúde. Esta autonomia, na prática, quer dizer que aos poucos a rede municipal deixa de depender da rede privada e do laboratório do Instituto Adolfo lutz para resultados de exames e acompanhamentos de várias doenças que estrategicamente voltam a ser monitorados por profissionais da rede municipal.

O novo laboratório fica no complexo da rua Naim, na Zona Norte, antiga garagem da empresa TCS. A estrutura conta com espaços planejados e de controle sanitário rigoroso, com uma área de lavagem e esterilização de equipamentos, antessalas, sala de microscopia, entre outros espaços. Para a lavagem de equipamentos foi comprada uma lavadora e atualmente a unidade tem capacidade para destilar água que será usada nos exames de dengue, por exemplo. Antes da reativação do laboratório, os exames de dengue vinham sendo feitos em uma sala da Unidade Pré-Hospitalar Zona Oeste e dependiam de água destilada cedida pelo Instituto Adolfo Lutz, que é estadual.

A equipe do laboratório tem 18 pessoas, entre biomédicos, técnicos de laboratório e um auxiliar de serviços. O grupo atua com uso de equipamentos de proteção individual, e respeitando todos os cuidados e protocolos para a manipulação e fluxos de materiais de risco biológico, conforme explicou a biomédica e coordenadora da unidade, Rogéria Aparecida Vieira de Moraes Nery.

Fonte: Secom

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